O seu SAP, conversando com o assistente de IA que a sua empresa já usa.
O Solomon liga o Microsoft Copilot, o Claude e outros assistentes aos seus sistemas SAP ECC, S/4HANA, Integration Suite e BTP. Quem usa pergunta em português; o Solomon lê o SAP em tempo real, dentro das permissões da pessoa, e o assistente responde com números, documentos e evidências.
A instalação é feita na sua conta SAP BTP, em uma subaccount dedicada, com o banco no seu ambiente e as conexões pelos serviços que a sua equipe já administra.
Na sua subaccount BTPBanco no seu ambienteSem portas de entradaSem cópia de dados de negócioProtocolo aberto (MCP)
Uma subaccount exclusiva para o Solomon, as subaccounts onde você já mantém destinations e o Cloud Connector, e o banco onde a sua política mandar. Nada fica fora da sua conta global.
Banco de dados:
Assistente → Solomon (MCP, OAuth)Solomon → serviços BTPTúnel do Cloud ConnectorBanco de dados
As peças
Quatro blocos, cada um no seu lugar
①
Subaccount Solomon
Exclusiva para o Solomon. Roda o Control Plane no Cloud Foundry: servidor MCP, autenticação OAuth, console de administração, políticas de acesso, mascaramento, auditoria e o Solomon Knowledge Graph. Pode hospedar o banco no SAP HANA Cloud.
②
Subaccount(s) de conexão
Onde já estão as destinations e o vínculo com o Cloud Connector. O Solomon Bridge roda aqui, junto das destinations: é o único componente que fala RFC. Pode haver uma por landscape, empresa ou região.
③
Cloud Connector
Instalado na sua rede. Abre um túnel de saída para o BTP, sem nenhuma porta de entrada no firewall. Você escolhe os hosts, portas, caminhos HTTP e funções RFC visíveis.
④
Banco de dados
Guarda configuração, credenciais cifradas, auditoria e o Knowledge Graph. Fica onde a sua política exigir: na sua rede, no SAP HANA Cloud ou no banco padrão da TI.
Banco de dados
O banco fica onde a sua política mandar
O Solomon guarda pouca coisa, e nada disso é dado de negócio. Mesmo assim, o banco é seu: escolha a opção que a sua área de segurança já homologa.
▣
Local, na sua rede
Instalado no seu data center ou na sua private cloud (por exemplo, MongoDB). O Solomon o acessa pelo Cloud Connector, como qualquer aplicação interna. O dado nunca sai da sua rede.
RecomendadoBackup pela sua TI
◈
SAP HANA Cloud
Instância na própria subaccount do Solomon. Tudo dentro do BTP, com ciclo de vida, backup e criptografia gerenciados pela SAP.
100% BTPSem banco externo
⬡
O banco padrão da sua TI
Se a empresa já tem um banco homologado (PostgreSQL, SQL Server, Oracle e outros), você o fornece e o Solomon passa a usá-lo, pelo mesmo caminho seguro.
Sob medidaSua governança
O que fica no banco
Dados de sistema, não dados de negócio
Pedidos, notas fiscais, estoques, valores e cadastros são lidos no SAP no momento da pergunta e entregues a quem perguntou. Eles não são copiados para o banco do Solomon.
O que o banco guarda
Usuários, perfis e o que cada um pode acessar
Cadastro de sistemas, destinations e pontes, com segredos cifrados
O Solomon Knowledge Graph: significado de tabelas, campos e processos
Conhecimento aprovado pelo seu time
Trilha de auditoria: quem fez o quê, quando e onde
Uso das ferramentas, com o nome dos parâmetros e nunca o valor
O que o banco não guarda
Cópia de tabelas ou documentos de negócio
Resultados das consultas dos assistentes
Senhas legíveis (nem do Solomon, nem do SAP)
Tokens de acesso legíveis
O conteúdo das conversas com o assistente
Dados pessoais ou financeiros lidos do SAP
Mapa do banco
Coleção
O que guarda
Proteção
customers
A organização e o seu status.
Metadado
users
Usuários do Solomon e perfis (TenantAdmin, Developer, Support).
Senha em hash scrypt
user_system_access
Por usuário e por sistema: sistemas, processos, mascaramento, desenvolvimento, administração.
Metadado
oauth_clients, oauth_*_tokens
Assistentes autorizados e sessões OAuth.
Token só em hashExpira e revoga
sap_systems
Sistemas SAP: tipo (ECC, S/4), ambiente (DEV, QAS, PRD), destinations, travas de escrita.
Metadado
btp_connections
Acesso às subaccounts (Destination, Cloud Foundry).
Credencial cifrada
support_bridges
Endereço e credencial de cada Solomon Bridge.
Credencial cifrada
cpi_tenants, cf_applications
Tenants da Integration Suite e apps Cloud Foundry acompanhados.
Credencial cifrada
grafo_triplas
O Knowledge Graph: tabelas, campos, relações, conceitos e armadilhas conhecidas.
Só metadado SAP
grafo_propostas
Fatos propostos, aguardando revisão humana.
Aprovação obrigatória
knowledge_documents
Procedimentos e soluções aprovados pelo seu time.
Aprovado por vocês
tax_settings
Códigos de imposto confirmados pela área fiscal.
Configuração
audit_events
Mudança de acesso, escrita em SAP, cópia de sistema, criação de usuário.
Somente inclusão
tool_friction
Uso das ferramentas: qual, se deu certo, tempo e nomes dos parâmetros.
Nunca os valores
platform_health
Saúde da própria instalação.
Técnico
ticket_connections, ticket_runs
Módulo de chamados: conexão com o Jira e o parecer de cada chamado.
Credencial cifradaSe ativado
ai_providers
Modelo de IA usado só pelo módulo de chamados.
Chave cifradaOpcional
Solomon Knowledge Graph
O que o Solomon sabe sobre SAP, sem saber nada do seu negócio
Um assistente de IA sozinho sabe SAP "de livro" e erra nos detalhes que decidem a resposta. O Knowledge Graph guarda esses detalhes: qual tabela responde a cada pergunta, o que cada campo significa de verdade e onde estão as armadilhas conhecidas. Esse contexto vai junto com cada resposta ao assistente.
◇
Estrutura
Tabelas, campos, chaves e relações, lidos do dicionário do próprio SAP. Nenhuma linha de dado de negócio.
◆
Significado
Conceitos de processo: demanda em aberto, reposição, conciliação, ruptura, saúde do ambiente, impostos, versão e suporte.
⚑
Armadilhas
Status que mora em outra tabela, item que não exige entrada de mercadoria, estoque bloqueado contado como livre. Cada armadilha vem com a evidência que a comprovou.
Três camadas, e a mais específica vence
Global
padrão SAP, por release
Objetos e comportamentos padrão SAP, para ECC ou S/4. Uma barreira rejeita objetos Z/Y, namespaces e campos de cliente: nada específico da empresa sobe para esta camada.
Organização
a sua empresa
O que vale para a sua empresa, como iFlows criados por vocês. Visível só para a sua organização.
Sistema
um sistema SAP
Tabelas e campos Z, customizing e particularidades de um sistema. Aprendido com o uso e visível só para aquele sistema.
Revisão humana: nenhum fato entra no grafo por conta própria. Fatos propostos aguardam aprovação de um administrador da organização, e quem propõe não pode aprovar. Cada aprovação leva o nome de quem aprovou e a data.
Leitura controlada, BAPIs de leitura, dumps, jobs, tRFC, IDocs, logs
S/4 — serviços
HTTPS (OData)
Destination → Connectivity → Cloud Connector
APIs padrão e serviços publicados
Integration Suite
HTTPS (API)
Service key da subaccount de integração
iFlows, mensagens, deploy, travas
Cloud Foundry
HTTPS (CF API)
Credencial técnica da subaccount
Status, logs e deploy de apps
Banco do Solomon (local)
TLS
Connectivity → Cloud Connector → servidor de banco
Configuração, auditoria, grafo
Uma consulta, passo a passo
"O pedido 4500001234 já foi faturado por inteiro?"
Clique em cada etapa. Se qualquer permissão falhar, a consulta para ali, e a resposta diz por quê.
A pessoa pergunta ao assistente
No Teams, no Claude ou em outro cliente MCP. O assistente decide chamar uma ferramenta do Solomon, por exemplo o dossiê do pedido.
Autenticação OAuth 2.1
A chamada chega com um token emitido pelo Solomon depois do login da pessoa, com PKCE. O token expira, pode ser revogado e fica guardado só em hash.
Políticas por usuário e sistema
Confere se o sistema está liberado, se o processo está no escopo e se a operação é permitida naquele ambiente. Escrita em produção exige o perfil mais alto.
Leitura pelo Bridge e pelo Cloud Connector
O Bridge usa a destination e atravessa o túnel até o SAP. A leitura tem teto de linhas e passa pela allowlist de tabelas e funções.
Mascaramento e contexto
Campos sensíveis são mascarados conforme o perfil. O Knowledge Graph anexa o que o assistente precisa saber para interpretar o resultado.
Resposta e auditoria
O resultado vai ao assistente. No banco fica o registro de quem, qual ferramenta, qual sistema, se deu certo e quanto demorou. O conteúdo lido não fica.
As barreiras são independentes: se uma for mal configurada, as outras continuam valendo. E todas rodam no servidor, sem depender de o assistente "se comportar".
1 · Identidade
Cada ação é de uma pessoa
OAuth 2.1 com PKCE
Os assistentes se conectam pelo fluxo padrão de autorização, com registro dinâmico de cliente. A pessoa faz login no Solomon e autoriza o assistente.
Tokens curtos e revogáveis
Têm validade limitada, podem ser revogados e ficam guardados só em hash. Desativar o usuário corta todas as sessões dele.
Senhas protegidas
Guardadas com scrypt e sal aleatório. Nem os administradores conseguem lê-las.
2 · Autorização
O que cada pessoa alcança, e o que exige confirmação
Trava
Como funciona
Sistemas liberados
A pessoa só enxerga os sistemas marcados para ela. Os demais não aparecem nem na lista.
Escopo de processo
Compras, Vendas, Financeiro, Estoque, RH e Técnico. Um usuário de Compras não recebe Vendas, nem por caminho indireto como um dossiê que cruza documentos.
Produção protegida
Gravar em sistema PRD exige o perfil de administrador da plataforma. Chamadas RFC em produção só passam se forem funções de leitura (_GET, _READ, _DISPLAY e afins).
Chaves por sistema
Cada sistema tem chaves próprias de escrita, execução, exclusão e deploy, desligadas até alguém ligar.
Frase de confirmação
Toda escrita exige uma frase explícita com sistema, mandante e objeto, por exemplo WRITE DEV/100 ZRELATORIO. Administração de usuários SAP exige CONFIRMO. O assistente não consegue "escorregar" numa gravação.
Só objetos do cliente
Criação e alteração de código só em prefixos liberados (Z, Y); objetos padrão SAP ficam protegidos.
Leitura limitada
Leitura de tabela sempre com filtro explícito e teto de linhas por chamada; nunca SQL livre, nunca RFC arbitrário.
Administração SAP
Bloquear, desbloquear ou redefinir usuários SAP exige a marca de administrador SAP na pessoa, além da confirmação.
3 · Rede
Só serviços SAP, só saída
⇡
Túnel só de saída
O Cloud Connector inicia a conexão de dentro da sua rede para o BTP. Nenhuma porta de entrada é aberta no firewall.
☰
Allowlist no Cloud Connector
Você expõe só os hosts, portas, caminhos HTTP e funções RFC que quiser. O que não está na lista não existe para o Solomon.
⎔
Allowlist no Bridge
O Bridge tem a própria lista de tabelas e funções RFC permitidas, somada às regras do Control Plane.
Cabeçalhos de segurança em todas as respostas web: HSTS, Content-Security-Policy, X-Frame-Options e demais. Todo o tráfego entre assistente, Solomon e BTP é HTTPS.
4 · Dados e criptografia
Proteger o que é lido, e nada guardar do que não precisa
Remuneração
Salários, rubricas e dados de folha.
ANSALBETRGLGART
Dados bancários
Contas, agências, IBAN, cartões.
BANKNIBANSWIFT
Valores financeiros
Preços, valores e faturamento.
NETWRDMBTRNETPR
Dados pessoais
Nomes, nascimento, documentos.
VORNAGBDATCPF
O mascaramento é aplicado no ponto por onde toda leitura passa, por pessoa e por sistema. O campo continua na resposta, com o valor protegido.
Criptografia das credenciais: Fernet (AES-128 em modo CBC com autenticação HMAC-SHA256), com chave derivada de um segredo mestre guardado nas variáveis de ambiente da aplicação, fora do banco. Um backup do banco, sozinho, não abre nenhuma conexão.
Auditoria
Tudo o que muda deixa rastro
Trilha de auditoria
Criação e mudança de usuários, concessão de acessos, cadastro de sistemas, escritas no SAP, deploys e cópias de configuração geram eventos com usuário, data e detalhes.
Registro de uso das ferramentas
Qual ferramenta, quem, em qual sistema, se deu certo e quanto demorou. Os parâmetros entram pelo nome e nunca pelo valor. O registro pode ser exportado para o seu SIEM.
Conformidade
Como o desenho ajuda na LGPD e nas auditorias
Minimização
Não há cópia de dados de negócio nem de dados pessoais. O banco guarda configuração e metadado.
Controle de acesso
Acesso por pessoa, sistema, processo e campo, com mascaramento de dados pessoais e financeiros.
Localização
Aplicação, banco e credenciais ficam na sua conta BTP e na sua rede, na região que vocês escolherem.
O perfil diz o tipo de trabalho. As permissões dizem onde e até onde. Tudo é configurado no console, pelo administrador da sua organização.
Permissão
Support
Developer
TenantAdmin
Consultar e diagnosticar nos sistemas liberados
✓
✓
✓
Ler código ABAP, dicionário e transportes
✓
✓
✓
Monitorar integrações e apps
✓
✓
✓
Criar e alterar objetos ABAP (onde o sistema permitir)
—
✓
✓
Deploy de iFlows, UI5 e apps (se liberado)
—
✓
✓
Excluir objetos e liberar transportes
—
—
✓
Administrar usuários, sistemas e conexões do Solomon
—
—
✓
Aprovar conhecimento e fatos do grafo
—
—
✓
Gravar em produção
Só o administrador da plataforma, e só se o sistema tiver a escrita ligada
Permissões finas
O que se ajusta para cada pessoa
▤
Sistemas
Quais sistemas SAP a pessoa enxerga (DEV, QAS, PRD, por empresa).
◫
Processos
Compras, Vendas, Financeiro, Estoque, RH, Técnico, ou todos.
▒
Mascaramento
Remuneração, dados bancários, valores financeiros, dados pessoais.
{ }
Desenvolver
Se pode criar e alterar código, e em quais sistemas.
⚙
Administrar SAP
Se pode bloquear, desbloquear ou redefinir usuários SAP.
⇄
Integração e apps
Quais tenants de Integration Suite e quais apps Cloud Foundry, e com quais capacidades.
Regra geral com exceção por sistema. O que vale para a pessoa em todos os sistemas pode ter exceções pontuais: escopo amplo em QAS e restrito em PRD, desenvolvimento em DEV e só leitura no resto. Sem exceção, vale a regra geral.
Perfis recomendados
Pontos de partida por função
Função
Perfil
Sistemas
Processos
Mascaramento
Extras
Usuário de negócio
Support
PRD
O da área (ex.: Compras)
Remuneração, bancários, pessoais
—
Analista de suporte (AMS)
Support
QAS, PRD
Técnico + áreas atendidas
Remuneração, bancários
—
Desenvolvedor ABAP
Developer
DEV (escrita), QAS (leitura)
Todos em DEV
Remuneração, pessoais
Desenvolver só em DEV
Consultor de integração
Developer
DEV, QAS
Técnico
Conforme o cenário
Tenants CPI, deploy em DEV
Basis
TenantAdmin
Todos
Técnico
Remuneração
Administrar SAP
Auditor
Support
PRD
Todos
Conforme a auditoria
Só leitura
Ciclo de vida
Conceder, revisar, revogar
Conceder
O administrador cria a pessoa no console, escolhe o perfil e marca sistemas, processos e máscaras. A senha inicial é redefinida no primeiro acesso.
Conectar
A pessoa conecta o assistente dela ao endereço MCP e autoriza com o próprio login. Cada assistente conectado aparece como um cliente autorizado.
Revisar
A auditoria mostra quem ganhou o quê e quando. O registro de uso mostra o que cada pessoa usou de fato, e ajuda a enxugar acessos.
Revogar
Desativar a pessoa corta todas as sessões e todos os assistentes conectados com aquela identidade.
O Solomon fala MCP (Model Context Protocol), o protocolo aberto que Microsoft, Anthropic e outros usam para ligar assistentes a sistemas. Todo cliente compatível usa o mesmo endereço e o mesmo login.
Transporte: Streamable HTTPAutenticação: OAuth 2.1Registro dinâmico de clientePKCE
O cliente descobre sozinho onde fazer o login (/.well-known/oauth-authorization-server). A pessoa entra com o usuário e a senha do Solomon e autoriza o acesso.
Para negócio e suporte, onde as pessoas já trabalham
A ligação é feita uma vez, pelo administrador, no Microsoft Copilot Studio. Depois o agente é publicado no Teams para os grupos escolhidos.
Criar o agente no Copilot Studio
Crie um agente (por exemplo "Assistente SAP") e descreva nas instruções para que ele serve e em que tom responde.
Adicionar o Solomon como ferramenta MCP
Em Ferramentas, adicione um servidor Model Context Protocol informando o endereço …/mcp da sua instalação.
Autenticação OAuth 2.0
Escolha OAuth 2.0 com descoberta dinâmica. Cada pessoa faz o próprio login no Solomon na primeira vez, e as permissões dela passam a valer no Teams.
Publicar no Teams
Publique o agente no canal Microsoft Teams e libere para os grupos desejados. Ele aparece como um app no Teams.
Por que o login é de cada pessoa: assim o Teams herda exatamente os sistemas, processos e máscaras de quem pergunta. Um analista de Compras no Teams não vê o que não veria no Solomon.
Claude
Claude desktop e web
Adicionar conector personalizado
Em Configurações → Conectores, escolha adicionar um conector personalizado e informe o endereço …/mcp. Em planos corporativos, o administrador pode liberar o conector para toda a organização.
Conectar e fazer login
O Claude abre a tela de login do Solomon. Entre com o seu usuário e autorize.
Usar na conversa
As ferramentas do Solomon aparecem na conversa. Pergunte sobre o SAP normalmente, e o Claude pede a sua aprovação antes de ações de escrita.
Claude Code
Para desenvolvimento ABAP, integração e BTP
No terminal ou na IDE, o Claude Code combina o seu repositório local com o SAP ao vivo: lê o código no sistema, escreve, verifica a sintaxe, ativa e transporta.
# registrar o Solomon (uma vez)claude mcp add --transport http solomon https://<sua-instalacao>/mcp
# dentro do Claude Code: autenticar
/mcp
O comando /mcp abre o login do Solomon no navegador. Depois disso, as ferramentas ficam disponíveis em todas as sessões daquele projeto.
Dica: para projetos da equipe, grave a configuração no arquivo .mcp.json do repositório. Cada desenvolvedor autentica com o próprio usuário, e as permissões de desenvolvimento valem por pessoa.
Outros clientes
VS Code, IDEs e agentes próprios
Qualquer cliente com suporte a MCP sobre HTTP com OAuth conecta do mesmo jeito. Exemplo para o VS Code (GitHub Copilot, modo agente):
Quem sou eu no Solomon e a quais sistemas SAP eu tenho acesso?
Em que versão está o sistema de desenvolvimento, e quais componentes estão instalados?
Houve dumps nas últimas 24 horas no sistema de qualidade?
Regras para o agente
Bom senso para gravar no SAP
O Solomon envia estas regras a todo assistente que se conecta. Alguns assistentes, como o Microsoft Copilot
Studio ou agentes com ferramentas próprias (por exemplo, controle de tela), só seguem o que está nas
instruções deles. Cole o bloco abaixo nas instruções do agente.
Você está conectado ao SAP pelo Solomon (MCP). Quando for GRAVAR no SAP:
1. Planeje em voz alta: diga o que será criado ou alterado (objeto, campos-chave, valores, sistema).
2. Simule primeiro e mostre o resultado. Grave de verdade só depois que eu confirmar AQUELA gravação.
A frase de confirmação que a ferramenta pede nunca substitui perguntar para mim.
3. API ou BAPI primeiro; batch input só quando não houver API. Nunca use transação de tela
(ME21N, VA01, MM02) para documento ou cadastro quando existir BAPI.
4. Customizing nasce no DEV com request de transporte, nunca direto no QAS/PRD.
5. Massa de teste: identifique ("TESTE - pode eliminar"), evite saída para parceiros reais,
anote os números criados e elimine/rejeite no fim.
6. Se o Solomon ou o SAP recusar, explique o motivo e pare. NUNCA contorne pelo SAP GUI,
por automação de tela (computer use) nem por outra ferramenta ou sistema.
7. Produção só quando o sistema permitir e eu aprovar aquela gravação específica.
Código e objetos ABAP nunca são alterados em produção.
Os assistentes escolhem sozinhos a ferramenta certa para cada pergunta; esta lista mostra o que existe e o que cada uma exige. Leitura não altera nada. Escrita exige permissão, chave do sistema e frase de confirmação. Admin exige perfil de administrador.
Sim, falta em 15/03/2027. Hoje há 14 livres (2 bloqueados não contam) e duas ordens de produção vivas somam 90. As outras 5 ordens com entrega em aberto estão encerradas e não repõem nada. A primeira demanda, de 200, derruba o saldo: 104 − 200 = −96. As ordens planejadas cobririam, se o MRP as firmar.
Assistente SAP · Teams
A fatura do fornecedor do pedido 4500001234 bate com o que foi recebido?
Bate, e não há divergência. O item não exige entrada de mercadoria (conferência de 2 vias), então a fatura se confere contra o pedido: 12 × 310,00 = 3.720,00, no preço do pedido e dentro da quantidade pedida (15).
Mais perguntas de negócio
Qual a carteira do material 1000245 no centro 1010, mês a mês?
Quais requisições de compra ainda não viraram pedido e já passaram da data?
Quais ordens de venda estão paradas, sem nenhuma remessa?
Quanto está em aberto a pagar ao fornecedor 100200, e há bloqueio de pagamento?
A ordem de venda 1000004567 já teve alguma remessa?
Há saldo do material em outro centro ou depósito que cubra a falta?
Suporte e AMS · Microsoft Teams
Saúde do ambiente em uma pergunta
Assistente SAP · Teams
Como está a saúde do PRD nos últimos 7 dias? Quero os 3 problemas mais importantes.
1. Coletor de performance quebrado: o job SAP_COLLECTOR_PERFMON_RSSTAT83 cancela de hora em hora (mais de 160 vezes na semana), e é a mesma causa dos 22 dumps LOGDB_SSCR_NOT_FOUND: um incidente, não dois. 2. Usuários bloqueados travando tRFC: cerca de 1.400 falhas na SM58, em três interfaces. 3. Falta de autorização em arquivo: o mesmo erro aparece em 17 dumps e em 88 falhas da SM58. IDocs com erro: nenhum.
Mais perguntas de suporte
Por que o job ZFATURAMENTO_DIARIO cancelou esta noite? Mostre o log e o dump.
Há IDocs de entrada com erro hoje? Agrupe por mensagem.
O usuário JSILVA está bloqueado? Desde quando e por quê?
Quais filas qRFC estão travadas, e há quanto tempo?
Houve erro de gateway ou de ICM na última hora?
O transporte DEVK900123 já foi importado em QAS e PRD?
Desenvolvimento ABAP · Claude Code
Do pedido ao transporte, sem abrir o SAP GUI
Claude Code · terminal
Crie no DEV um relatório ZMM_REQ_SEM_PEDIDO que liste as requisições sem pedido do centro, com data de entrega vencida, no pacote ZMM e na request do projeto.
Criei ZMM_REQ_SEM_PEDIDO no pacote ZMM, na request DEVK900456. A seleção usa EBAN com EBELN, LOEKZ e EBAKZ em branco e LFDAT menor que hoje. A sintaxe está limpa e o programa está ativo. Quer que eu gere uma variante e rode para conferir?
Rodou com 47 linhas no centro 1010. Request DEVK900456 liberada. A confirmação WRITE foi pedida a você antes de cada gravação.
Mais tarefas de desenvolvimento
Explique o que a classe ZCL_FATURAMENTO faz e onde ela é usada.
Ache todos os SELECT * em programas Z do pacote ZSD e proponha a correção.
Crie um serviço OData V4 para a CDS ZI_PEDIDO e publique o binding.
Faça o deploy do app UI5 desta pasta no repositório ABAP.
Rode a classe de teste ZCL_TESTE_CALC no console ABAP e mostre o resultado.
Crie uma request de cópia com estes objetos e importe em QAS.
Integração · Claude ou Teams
Monitorar, corrigir e publicar iFlows
Claude · conversa
Quais iFlows falharam hoje na Integration Suite, e o que aconteceu no ECC do outro lado?
chamou cpi_registry · mensagens com errosap_idoc_readsap_sm58_search
2 iFlows com erro.Pedido_Compras_para_ECC: 14 mensagens falharam no mapeamento; no ECC, os IDocs correspondentes nem chegaram. Fatura_para_Banco: 3 falhas por certificado expirado no receptor. Quer que eu mostre o payload de uma mensagem e o trecho do mapeamento?
Mais tarefas de integração
Crie um iFlow que receba pedidos por HTTP e os envie ao S/4 por OData, no pacote de integrações da empresa.
Atualize o script de mapeamento deste iFlow e faça o deploy em DEV.
Libere a trava do iFlow que ficou presa depois do deploy.
Chame o endpoint /http/teste do iFlow e mostre a resposta.
Mostre as mensagens XI com erro no PI e a causa.
Assessments · Claude
Diagnósticos de ambiente, com fonte
Claude · conversa
Em que versão está o nosso ECC, até quando tem suporte, e para onde podemos ir?
SAP ERP 6.0 EHP7 (SAP_APPL 617) sobre NetWeaver 7.40. Manutenção padrão até 31/12/2027; estendida, paga, até 31/12/2030. Caminhos: EHP8 (mesmo prazo) ou conversão para S/4HANA. Antes de qualquer projeto, vale corrigir o coletor de performance, que está quebrado e prejudica o Readiness Check.
§
Fiscal
Cruzar notas fiscais com a norma vigente: créditos não tomados, créditos indevidos, CBS e IBS na fase de teste da reforma.
⚠
Acessos críticos
Usuários com SAP_ALL, contas abandonadas, bloqueios e logins falhos, com base na auditoria de segurança.
◷
Oportunidades
Requisições sem pedido, vendas paradas, pedidos atrasados: onde o processo está perdendo dinheiro.
{ }
Código customizado
Inventário de objetos Z, padrões de risco e preparação para a migração.
⚙
Saúde técnica
Dumps recorrentes, jobs quebrados, filas, IDocs e interfaces: o que corrigir primeiro.
⇄
Integrações
Mapa de iFlows, falhas recorrentes e dependências entre CPI e backend.
Chamados · opcional
Primeiro atendimento automático no Jira
Com o módulo de chamados ativo, o Solomon lê o chamado novo, investiga no SAP com as mesmas ferramentas e regras, e comenta no Jira um parecer com as evidências e a causa provável. O analista começa pelo diagnóstico, e não do zero.
Chamado aberto
"Pedido 4500001234 não aparece para aprovação."
Investigação no SAP
Estratégia de liberação, status do pedido, workflow e mudanças no documento.
Parecer no chamado
Causa provável, evidências e próximo passo sugerido, para o analista validar.
A instalação é feita junto com as suas equipes de BTP, Basis e segurança, usando recursos e aprovações que já existem na empresa.
Subaccount do Solomon
Criar a subaccount dedicada e habilitar o Cloud Foundry com cota de runtime. Se o banco for no BTP, provisionar o SAP HANA Cloud.
Equipe BTP
Banco de dados
Disponibilizar o banco escolhido (na sua rede via Cloud Connector, no HANA Cloud ou o banco padrão da TI), com usuário técnico dedicado e backup pela sua política.
DBA / Infra
Subaccount(s) de conexão
Publicar o Solomon Bridge onde estão as destinations, vincular Destination e Connectivity, e criar (ou reaproveitar) as destinations ADT (HTTP) e RFC de cada sistema.
Equipe BTPBasis
Cloud Connector
Mapear os sistemas SAP (e o banco, se local) e liberar só os caminhos ICF e as funções RFC necessárias.
BasisSegurança
Usuários técnicos SAP
Um por sistema, com o perfil mínimo: leitura em todos os ambientes e desenvolvimento só onde for desejado.
Segurança SAP
Publicação do Solomon
Publicar o Control Plane, configurar o segredo mestre e registrar sistemas, pontes e conexões pelo console.
Solomon
Pessoas e assistentes
Cadastrar as pessoas com perfis e permissões, e conectar Teams, Claude ou outro assistente ao endereço MCP.
Administrador
Requisitos
O que precisa estar disponível
Item
Requisito
SAP BTP
Conta global com Cloud Foundry; serviços Destination e Connectivity nas subaccounts de conexão
Runtime
Control Plane: 256 MB. Solomon Bridge: 1 GB por instância
SAP Cloud Connector
Versão suportada pela SAP, com acesso aos sistemas SAP (HTTP e RFC)
Sistemas SAP
ECC 6.0 (EHP 6 ou superior) ou S/4HANA; ICF de ADT ativo para as funções de desenvolvimento
Banco de dados
Uma das três opções: local via Cloud Connector, SAP HANA Cloud ou o banco padrão da TI
Integration Suite (opcional)
Service key com as APIs de integração e monitoramento
Assistente de IA
Microsoft Copilot Studio, Claude ou outro cliente compatível com MCP e OAuth
Responsabilidades
Quem cuida de quê
Item
Sua empresa
Solomon
Conta BTP, subaccounts e cotas
Provê e administra
Orienta a configuração
Cloud Connector e allowlists
Provê e administra
Indica o mínimo necessário
Banco de dados e backup
Provê e administra
Usa conforme a opção escolhida
Usuários técnicos SAP
Cria e autoriza
Indica os perfis mínimos
Aplicação Solomon
Hospeda na sua subaccount
Entrega, atualiza e dá suporte
Pessoas e acessos no Solomon
Administra pelo console
—
Assistente de IA
Contrata e homologa
Conecta via MCP
Demonstração
Conhecer antes de instalar
Para avaliação, oferecemos um ambiente de demonstração com sistemas SAP de exemplo, em que a sua equipe pode conectar o assistente e testar as perguntas desta documentação. A instalação definitiva é sempre a descrita acima, no seu ambiente.
A aplicação, o banco, as credenciais e as conexões ficam na sua conta BTP e na sua rede. Os dados lidos do SAP vão para o assistente de IA que a pessoa está usando, que é o assistente que a sua empresa contratou e homologou, sob o contrato de vocês com esse fornecedor.
Precisamos abrir alguma porta no firewall?
Não. O acesso à rede interna é pelo SAP Cloud Connector, que abre um túnel de saída para o BTP. Vocês decidem, no próprio Cloud Connector, quais sistemas, caminhos e funções ficam visíveis.
O Solomon guarda nossos dados de negócio?
Não. As consultas leem o SAP em tempo real e devolvem o resultado a quem perguntou. O banco guarda configuração, credenciais cifradas, auditoria e o Knowledge Graph, que contém só metadados de SAP.
E se alguém obtiver uma cópia do banco?
Não obtém acesso a nada. Credenciais são cifradas com uma chave que fica fora do banco, senhas estão em hash scrypt e tokens, só em hash. Não há dado de negócio para vazar.
Um usuário pode ver mais do que deveria pelo assistente?
Não. O assistente age com a identidade e as permissões da pessoa logada. Sistemas, processos e campos fora do perfil são recusados ou mascarados no servidor, antes de a resposta sair.
O assistente pode alterar algo em produção?
Só se tudo isto valer ao mesmo tempo: o sistema tem a escrita ligada, a pessoa tem o perfil mais alto, a operação é permitida e a frase de confirmação foi dada. Por padrão, produção é somente leitura, e chamadas RFC em produção só aceitam funções de leitura.
Como auditamos o uso?
Toda mudança de configuração, concessão de acesso e escrita em SAP gera um evento de auditoria. O uso das ferramentas também é registrado, sem os valores consultados, e pode ser exportado.
Como revogamos o acesso de alguém?
Desativando a pessoa no console. As sessões e tokens deixam de valer, e os assistentes conectados com aquela identidade perdem o acesso.
Sobre o uso
Precisamos contratar um modelo de IA do Solomon?
Não. Quem conversa com as pessoas é o assistente que a empresa já usa (Copilot, Claude ou outro). Um modelo só é usado pelo módulo opcional de chamados, e é o provedor que vocês escolherem, por exemplo o SAP AI Core.
Funciona com ECC e com S/4HANA ao mesmo tempo?
Sim. Cada sistema é cadastrado com o seu tipo e versão, e o Solomon ajusta as leituras e o Knowledge Graph a cada um.
E os nossos objetos Z e o nosso customizing?
O Solomon lê o dicionário e o código dos objetos Z pelo ADT, e o Knowledge Graph aprende a estrutura deles com o uso, na camada daquele sistema. O que é da sua empresa nunca sai da sua organização.
Qual usuário SAP o Solomon usa?
Usuários técnicos criados por vocês, um por sistema, com o perfil que vocês definirem. As credenciais ficam na destination do BTP ou cifradas no banco. Recomendamos perfis só de leitura em produção.
Podemos desligar tudo de uma vez?
Sim, por várias alavancas independentes: parar a aplicação na sua subaccount, desativar o túnel do Cloud Connector, desativar pessoas no console ou remover as destinations.
Solomon · Documentação · setembro de 2026. Este material descreve a instalação no ambiente SAP BTP do cliente.